09 de dezembro
A imagem mostra uma máquina agrícola, uma colheitadeira, em um campo, fazendo a colheita do plantio. O céu está claro e azul, com os raios de sol vindo pelo lado esquerdo da imagem.

A retração no setor industrial agrícola

A indústria e a agricultura nunca estiveram tão conectadas quanto nos últimos anos, especialmente em território nacional. Graças em muito à força agrícola, o Brasil cresceu e se consolidou como um dos maiores exponentes do mundo quando falamos em exportação de grãos.

Ainda assim, mesmo com toda a força do meio, uma série de fatores contribui para desenhar um quadro de retração do setor industrial agrícola, que, apesar disso, se mantém otimista quanto às projeções futuras. Confira e entenda mais sobre esse cenário na sequência!

Os fatores que influenciam na retração no setor agrícola

Um dos setores que mais registra recordes de produção dentro do território nacional é o agrícola, chegando, em 2021, a R$ 743,3 bilhões de acordo com o IBGE, crescendo em mais de 50% quando comparado ao ano anterior.

Contudo, após a colheita farta, a safra que vinha numa constante crescente acusou uma redução, ainda que pequena, de 0,4 %. Apesar de não ser um número incrivelmente impactante, ele é resultado de fortes estiagens e do calor intenso que marcou os primeiros meses de 2022. E não apenas isso.

Segundo o Banco Central, que publicou em agosto de 2022 o Boletim Regional, ainda que setores de comércio e serviços em geral tenham contribuído positivamente para o setor agrícola, a redução da produção agrícola e industrial foi determinante para o resultado que configurou a retração.

Setor de máquinas agrícolas segue em crescente

A força do meio agrícola no Brasil não é novidade. Um simples dado que refuta essa condição é o de que, na divulgação do último PIB (Produto Interno Bruto) nacional, a indústria agrícola foi, por si só, a responsável por mais de 6%.

Esse número prova que, ainda que o setor tenha sofrido uma retração, a sua força permanece constante, e isso só é possível graças a certos fatores que contribuem para um tempo de plantio e, em especial, de colheita menor. Esse crescimento tem um segredo: a seguida evolução e aprimoramento de peças e maquinários que fazem parte do agronegócio.

Se há alguns anos, colheitadeiras conseguiam entregar mil sacos por dia, hoje esse número passou para seis mil. A evolução acompanha o crescimento do mercado e do meio, que ganha tração e segue batendo recordes desde o final da década de 90.

A tendência é de que, nos próximos anos, os fatores que possibilitam que tais resultados sejam obtidos (e eles envolvem não apenas o mercado, como também tendências e novidades tecnológicas e mecânicas) mantenham-se em constante mudança. Contudo, assim como vem ocorrendo há 30 anos, a confiança é de que o setor industrial agrícola detém as peças-chaves para se adaptar e manter-se forte e competitivo.

Os requisitos para o funcionamento do setor industrial agrícola

Não é surpresa que a tecnologia voltada para a indústria agrícola seja uma das que mais cresce no Brasil. Afinal, ela é pautada principalmente pela necessidade de fornecer alimentos para a população, e fazer isso com custo-baixo e otimização plena. Um dos serviços mais importantes nessa jornada é o da usinagem de peças voltadas ao setor.

É através desse processo que é possível modelar peças precisas para implementos agrícolas, seguindo os mais elevados padrões que o meio requer. Entre as peças fabricadas destaca-se um grande leque que envolve engrenagens, buchas, eixos e outros.

A fim de garantir a continuidade desse segmento tão importante, nós aqui da Vieceli utilizamos processos avançados em usinagem para garantir a eficiência dos resultados que você, sua empresa, e o setor industrial agrícola tanto exigem.

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